terça-feira, 5 de janeiro de 2010

AGORA NÃO TEM MAIS DESCULPAS!!!

AGORA NÃO TEM MAIS DESCULPAS!!!

JACÓ... Foi trapaceiro;
LÉIA... Era feia;
JOSÉ... Era um sonhador;
MOISÉS... Tinha um problema de gagueira;
RAABE... Era uma prostituta;
DAVI... Foi um assassino;
SALOMÃO... Foi mulherengo;
ISAIAS... Tinha lábios impuros;
JEREMIAS... Era muito jovem;
ELIAS... Teve medo;
JONAS... Fugiu de Deus;
NOEMI... Era uma viúva;
PEDRO... Era emotivo e negou a Cristo;
MARIA MADALENA... Foi adultera;
MARTA... Preocupava-se demais com as coisas;
TOMÉ... Duvidava de tudo;
ZAQUEU... Era usurpador;
PAULO... Era religioso demais;
TIMÓTEO... Tinha uma úlcera;
LÁZARO... Estava morto!

Deus usou todos esses com seus defeitos e agora conta contigo, mesmo sabendo das tuas fraquezas!
Deus quer usar você com todo o seu potencial!
Apenas acredite nas promessas do Senhor !!!!!

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VESTES DE LOUVOR

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domingo, 3 de janeiro de 2010

A Grande Tributação M t 24:21


Texto bíblico Mateus 24:21

Porque nesse tempo haverá grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais.

Introdução

Em Seu discurso no Monte das Oliveiras, respondendo às interrogações dos discípulos, Jesus mencionou a vinda dum período de tributação sem paralelo em toda a história do povo de Deus. Mt 24.21,22. Não devemos confundir essa profecia com os sofrimentos dos habitantes de Jerusalém por ocasião da queda dessa cidade no ano 70, provocada pelos exércitos romanos sob o general Tito. Há várias coisas que não aconteceram em 70 que deverão acontecer em algum tempo futuro, por exemplo a vinda de Cristo logo depois dessa tribulação. Mt 24.30.
Em várias profecias do Velho Testamento encontramos a expressão "o dia do Senhor" que se refere ao juízo de Israel e das nações gentílicas e ao tempo da Grande Tribulação de modo geral. Is 2.10-22; Jl 1.15; 2.1; 3.14; Am 5.18-20. Estas profecias às vezes referem-se a algo que ia acontecer em futuro imediato, no tempo do profeta, mas no entanto o contexto revela que muitas vezes se referem também a um juízo muito remoto e que precede por pouco o tempo da restauração de Israel. Sem dúvida a expressão "o dia do Senhor" refere-se à Tribulação.
Daniel recebeu do Senhor uma revelação especifica sobre este tempo de tribulação no fim deste "século" presente em que temos um vislumbre da relação entre as regiões celestiais e as terrestres.
Ler Mateus 24:3-30
(v 36, Jesus não revelou sua volta porque seria escrito na bíblia e haveria uma grande hipocrisia na igreja) ele sabia como seria só não revelou a data

1. A Duração da Tribulação.

A duração deste período é calculado pelo estudo da passagem em Daniel 9.24-27.
Foi revelado a Daniel na ocasião de sua fervorosa oração. em favor do seu povo, Israel, que "Setenta Semanas" (ou seja, as semanas são semanas de anos e não de dias.
Ex. 1 semana = 7 anos, e de acordo com o calendário Bíblico ou profético.) foram determinadas (ou "marcadas") sobre o seu povo e a cidade santa, Jerusalém. Este período de "Setenta Semanas", ou seja setenta vezes sete anos, corresponde a 490 anos de 360 dias em cada ano. O período teria início com um decreto para reconstruir a cidade de Jerusalém. Tal decreto foi realmente expedido por Artaxerxes, rei da Pérsia, no14 de março do ano 445 a.C. A profecia cumpriu-se com a restauração de Jerusalém no tempo de Neemias 2.1-8. 49 anos depois, quando havia terminado o cativeiro babilônico. (7x7=49anos=7semanas) e Ses¬senta e duas semanas , ou seja 434 anos Este período teve início logo após o primeiro período de 49 anos e continuou sem interrupção até ao tempo quando Jesus, o Messias foi morto. Dn 9.26.

A palavra hebraica "karath", traduzida "tirado" refere-se à crucificação de Cristo, fato que se deu no dia 10 de Nisan, do ano 30 a.D. que corresponde ao dia 6 de abril do nosso calendário. Com esse acontecimento haviam decorrido exatamente as "Sessenta e nove Semanas", ou seja 483 anos. Isso deixa ainda "uma semana" de anos, ou seja sete anos, a se cumprir depois da crucificação de Cristo. Ou seja um período de 7 anos que completará o período de 490 anos previsto na profecia de Dn 9.24-27.
Com a morte de Cristo por crucificação, que significou a recusa total do Messias por parte de Israel, Deus também suspendeu suas relações com esse povo. Israel ficou "quebrado" na sua incredulidade. Rm 11.17.

Temos esperado por dezenove séculos para o início deste Ultimo período de 7 anos da profecia. Agora que Israel está novamente na posse de sua terra, parece iminente a realização desta "semana" que ainda está faltando.

Estes sete anos serão o fim da Dispensação da Graça e durante este período haverá um pacto entre Israel e o Anti-cristo e todos os eventos previstos em Ap 6.1 a 19.21 terão então seu cumprimento.

Esta "semana" terá seu início logo depois do Rapto da Igreja, à segunda vinda de Cristo. O período de intervalo que tem havido entre a 69a. e a 70a. "semana" tem sido o período da Igreja, durante o qual Israel é rejeitado. O plano de Deus foi este que as nações gentílicas tivessem a sua grande oportunidade de encontrar a salvação em Cristo, o Messias.

2. O que acontecerá durante a Grande Tributação, este período de sete anos?

Logo Após o arrebatamento da Igreja a apostasia abrirá caminho para o surgimento do anticristo, também chamado homem da iniqüidade. Trata-se de um governante mundial que chegará ao poder durante os dias da tribulação e fará aliança com Israel por sete anos e reconstruirá o templo. ( Dn 9.27)

O "homem do pecado" fará mediante poder satânico, grandes sinais, maravilhas e milagres a fim de propagar o engano, "Prodígios de mentira" significa que seus milagres são sobrenaturais, parecendo autênticos, para enganar as pessoas e leva-Ias a crer na mentira. Tais demonstrações possivelmente serão vistas no mundo inteiro, pela televisão. Milhões de pessoas ficarão impressionadas, enganadas por esse líder altamente convincente, por não darem a devida importância a Palavra de Deus nem ter amor as suas verdades.

Aparentemente, o início da Grande Tribulação será um tempo de grande prosperidade quando todos estarão pro¬clamando "paz e segurança" (I Ts 5.3), por terem alcançado o estado muito desejado de "Utopia" sob o governo do "super-homem", o grande dirigente político universal que a Bíblia chama de Anticristo. Por meio de suas conquistas militares e sua riqueza, ele terá o domínio do Oriente Médio (Síria, Egito e Palestina) e se colocará como rei em Jerusalém, vers. 40-45.

A verdadeira identificação do Anticristo será conhecida três anos e meio mais tarde, quando ele romper sua aliança com Israel,cujas cláusulas certamente permitiriam o restabelecimento da antiga religião judaica e a reconstrução do Templo no mes¬mo lugar onde Salomão o construiu. Por enquanto o local é ocupado pela Mesquita de Omar, um dos mais sagrados lugares da religião muçulmana.
O Anticristo então erguerá o Santo dos Santos desse Templo reconstruído para profanar o templo, declarar ser deus, proibir a adoração a Deus e assolar a terra de Israel exigindo que os Judeus e o mundo todo o adorem num gesto explícito de rebelião contra Deus. Ele perseguirá severamente quem permanecer leal a Cristo. Controlará o mundo a partir do templo que será usado como centro de seus pronunciamentos.

É o que Daniel e Jesus chamaram "a abominação da desola¬ção". Dn 9.27; Mt 24.15. como os antigos imperadores romanos costumavam fazer, a qual seria obrigatoriamente adorada por todos. Veja Ap 13.15. Assim, a segunda metade da septuagésima "semana" de Daniel será a GRANDE TRIBULAÇÃO propriamente dita. Mt 24.15,21. Em resumo, vemos então como a Grande Tributação concerne diretamente a Israel e constitui o juízo de Deus sobre essa nação em face de sua prolongada apostasia e negligência para com seu Rei, Jesus Cristo, o Messias.

Certos judeus após¬tatas (Dn 12.10) aliar-se-ão a ele, mas um remanescente permanecerá fiel a Deus. Em favor desse grupo Deus agi¬ por meio do anjo Miguel. Dn 12.1. Isso ocorrerá durante a segunda metade desse período de sete anos (Dn 12.7), que o profeta denominou "tempo, tempos e metade dum tempo", significando três anos e meio. O mesmo arcanjo Miguel vem pro¬teger Israel nos últimos dias (Ap 12.7), por ocasião da guerra nos céus. Nota-se que as passagens Ap 12.6,14 e Dn 12.7 são cronologicamente idênticas. Esta peleja espiritual tem por alvo vencer Satanás e preservar a "mulher",(Israel) para que ela não seja destruída nesta derradeira investida do Diabo visando destruir o povo de Israel. Esse esforço da parte das nações, de inspiração satânica, para destruir os judeus, será para esse povo "o tempo da angústia de Jacó".



3. Os Eventos que acontecerão durante a Tributação.

Na segunda parte da Grande Tribulação Deus derrama seus juízos, cada vez mais severos (V. Ap 8:7-12,9:1-20) e a terra sofrerá grandes pragas como o Egito sofreu as pragas nos dias de Moisés.
Isaias 24:17 A terra será de todo quebrantada, ela totalmente se romperá, a terra violentamente se moverá. A terra cambaleará como um bêbado e balanceará como rede de dormir; a sua transgressão pesa sobre ela, ela cairá e jamais se levantará.
Esses juízos virão porque os homens serão mais depravados ainda do que os homens nos dias de Noé e . Gn 6; Mt 24.37-39; Lc 17.22-37; II Tm 3.1-12. Os homens rejeitarão a verdade ao ponto de acreditar no "engano de injustiça" propagado pelo Anti-cristo, que resultará em sua condenação. 2 Ts 2.8-12; II Pe 3.1-9. Mesmo depois que se iniciaram esses juízos terríveis sobre os homens, esses desafiarão ao próprio Deus.
Ap 9.20,21, 6.2-11; 17.1-18; 18.1-24. Não há palavras para descrever a rebelião e a iniqüidade praticadas pelos homens durante este período da tribulação.
Zc14:12 ( Esta será a praga com que o Senhor ferirá a todos os povos que guerrearem contra Jerusalém: a sua carne se apodrecerá, estando eles de pé, apodrecer-se-lhes-ão os olhos nas suas órbitas, e lhes apodrecerá a língua na boca.)

Jr 25:33 Os que o Senhor entregar à morte naquele dia se estenderão de uma a outra extremidade da terra; não serão pranteados, nem recolhidos, nem sepultados; serão como esterco sobre a face da terra.

Ez 39:12-14 Durante sete meses, estará a casa de Israel a sepultá-los, para limpar a terra. Sim, todo o povo da terra os sepultará; ser-lhes-á memorável o dia em que eu for glorificado, diz o Senhor Deus. Serão separados homens que, sem cessar, percorrerão a terra para sepultar os que entre os transeuntes tenham ficado nela, para a limpar; depois de sete meses, iniciarão a busca.

2 terço=4 bilhões ficaram 2 bilhões na Terra

No fim deste período, quando Jerusalém estiver cer¬cada pelos exércitos nas nações aliadas sob o Anti-cristo, ler (Zc 14.1-4; Jl 3.9-17), e quando Israel não dispuser de mais nenhum meio de resistência, e quando parecer que Israel desaparecerá como nação e sendo totalmente destruído, nesse momento esse povo se arrependerá, invocando o nome do Senhor, pedindo-lhe socorro. Is 64; Zc 12.8-10. O Senhor se manifestará do céu, vindo como seu Libertador e vingando-se dos seus inimigos.

Ele julgará as nações e implantará seu glorioso governo de 1.000 anos de paz sobre a terra. A capital desse governo será a própria cidade de Jerusalém. Mt 24.27-31; 25.31-46.

Conclusão

A Grande Tribulação será ao mesmo tempo um processo de refinamento para preparar alguns para receber Cristo e expurgar os rebeldes entre eles. A Tribulação também afetará o mundo todo, pois o problema do povo judeu é um problema mundial. Durante a Segunda Guerra Mundial o ditador alemão Hitler ordenou o massacre de 6 milhões de judeus. Foram asfixiados em câmaras de gás e seus corpos cremados. tremendas proporções constitui ao menos uma parte do cumprimento das profecias a respeito do povo de Israel.
O novo Estado de Israel foi reconhecido em 1948 pela Organização das Nações Unidas. As quatro guerras entre Israel e as nações árabes, em 1948, 1956, 1967 e 1973, têm sido causa de agitação e preocupação em todos os meios políticos em todo o mundo. Não deixam de ser sinais dos tempos da Tributação que estão chegando. Já se nota as características dos dias descritos no livro do Apocalipse.

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sábado, 2 de janeiro de 2010

O SIGNIFICADO DO TRIBUNAL


O QUE ACONTECERA APÓS O ARREBATAMENTO DA IGREJA

O SIGNIFICADO DO TRIBUNAL.

Existiam duas palavras no grego para definir tribunal. Uma delas e Critérion esta palavra se refere, como veremos logo abaixo ao padrão do julgamento, Isto é, ao critério a ser utilizado no julgamento, ou 0 local onde 0 julgamento era dispensado.

A Segunda palavra é Bema, este e 0 tribunal que Paulo diz que os crentes Comparecerão, este não é um tribunal de julgamento para castigo, porem um Tribunal de avaliação para se dar as recompensas, ou seja, os crentes não Comparecerão ante O tribunal de Cristo para serem julgados e condenados, e sim para que suas obras sejam avaliadas e recompensadas.

A- Critérion (Tg 2.6; 1 Co 6.2,4).
Esta palavra se refere ao padrão ou ao critério, pela qual o julgamento era Dispensado, ou 0 local onde era realizado. Os crentes não comparecerão perante 0 Critérion.

B- Bema (Rm 14.10; 2 C05.10).
Na antiga Grécia, Bema, era 0 acento onde o JUIZ da arena ficava para presentear ou recompensar.
E é este O nome dado ao tribunal de Cristo, nunca foi uma referencia a um acento judicial onde se julgava para condenação. Bema é tribunal onde os crentes hão de comparecer para receberem suas recompensas segundo as suas obras (1 C03.13,14).

OCASIÃO DO TRIBUNAL (BEMA) DE CRISTO.
Ele ocorrera imediatamente após o arrebatamento da Igreja da terra, pois:

1° Seremos recompensados na ressurreição dos justos (Lc 14.14).
Sendo que a ressurreição se dará na ocasião do arrebatamento (1 Ts 4.13-17).
Então é logo após ele que ocorrera o Bema.

2° Quando 0 Senhor retornar para reinar com a Igreja, e implantar a milênio, ela é vista como já recompensada, e esta recompensa já ocorreu no Céu. Pois em Apocalipse 19.8, onde é descrita bodas do Cordeiro, que ocorrera logo antes da vinda de Cristo com a Igreja do Céu, ela já é vista como recompensada no Céu, neste texto os santos são vistos vestidos de linho fino, resplandecente e puro, que são seus atos de justiça .

3° a galardão também esta associado com "aquele dia" ,isto e, 0 dia que Ele vier para os Seus, ou seja, com 0 arrebatamento da Igreja (1 Co 4.5; 2 Tm 4.8; Ap22.12).


O LUGAR DO BEMA (TRIBUNAL) DE CRISTO.

Nas regiões celestes, "nos ares". Sendo O Tribunal de Cristo (Bema) logo após 0 arrebatamento, e por ocasião do arrebatamento nos encontraremos com O Senhor nos ares (I Ts 4.17), então ali será o local do Tribunal de Cristo (Bema).

Esse Juiz será 0 Filho de Deus. Como 0 próprio texto diz que 0 tribunal é de Cristo, então 0 juiz obviamente será Ele (2 Co 5.10). Também em João 5.22 diz que "0 Pai a ninguém julga, porem deu ao filho 0 poder de julgar".

OS PARTICIPANTES DO BEMA (TRIBUNAL) DE CRISTO.
Serão os próprios crentes como vemos no contexto de 2 Co 5.10 e 1 Co 3.10-14.

A BASE DE AVALIAÇÃO NO BEMA (TRIBUNAL) DE CRISTO.

Não e julgamento para condenação, pois e dito que "nenhuma condenação para os que estão em Cristo Jesus" (Rm 8.1), "Quem crê naquele que me enviou não entrara em condenação, mas passou da morte para vida" (Jo 5.24).

1º Pois se os crentes tiverem que passar por um julgamento de pecados após a morte, isto é o mesmo que negar a eficácia do sangue de Cristo, "que nos purifica de todos os pecados" (1 Jo 1.7; 1 Co 6.11; Hb 10.17).

2° Pois 0 termo usado por Paulo para "mal" em 2 Co 5.10 é o Grego ``Phaulos" que significa inutilidade, impossibilidade de gerar o bem, dês-valor. Esta palavra não seria aplicada para maldade ética, ou malignidade, ou vida dissoluta. Ou seja,o mal que Paulo diz que os crentes serão julgados e a sua inutilidade por não ter feito a obra de Cristo, pelo seu desmazelo para com a obra ficarão sem galardão. Já que para maldade ética e moral O termo é "Kakos", "Paneras", termo que Paulo não se utilizou aqui.

OS RESULTADOS DO BEMA (TRIBUNAL) DE CRISTO

A - Galardão recebido 1 Co 3. 13, 14.
As obras serão provadas, e a obra que permanecer, ouro, prata, pedras preciosas, esta recebera o galardão. Não condenação, pois o julgamento não e para condenação e sim para a compensação (1 Co 3.15).

B – Galardão Perdido.
Se a obra for madeira, feno e palha, este perderá o galardão V., 1 C0 3.13 e não salvação v.15. Pois mesmo ele perdendo o galardão o versículo 15 nos diz que ele será salvo, porem, como que pelo fogo. Como se ele tivesse passado com as suas obras pelo meio do fogo, e, ao sair do lado de lá desapareceram, porque foram consumidas pelo fogo. Então ele foi salvo, mas a sua obra não resistiu a prova de fogo.

TIPOS DE GALARDOES NO BEMA (TRIBUNAL) DE CRISTO.

1° Uma coroa incorruptível para os que obtiveram vitoria sobre 0 velho homem (1Co 9.25).
2° Uma coroa de alegria sobre os ganhadores de almas (1 Ts 2.19).
3° Uma coroa de justiça para os que amam a sua vinda (2 Tm 4.8).
4° Uma coroa de vida para os que suportam as provações (Tg 1.12).
5° Uma coroa de gl6ria aos que se dispuseram a apascentar 0 rebanho de Deus (1 Pe 5.4).

AS BODAS DO CORDEIRO.

Em muitos textos do novo testamento 0 relacionamento entre Cristo e a Igreja é revelado pelo uso da figura do noivo e da noiva, (Jo 3.29; 2 Co 11.2; Ef 5.25-33; Ap 17.7,8).

1- A HORA DAS BODAS.

Ela ocorrerá entre 0 Tribunal de Cristo e a Segunda Vinda. Pois em Apocalipse 19.7,8 vemos que há a descrição das bodas, e nela a Igreja já esta galardoada. Sendo assim subentende-se que ela já passou pelo tribunal de Cristo, pois o linho fino resplandecente e puro, ai descrito, é seu galardão, uma representação pelos seus atos de justiça. E logo após a descrição das bodas vemos que ocorre a descrição da vinda de Cristo com a Igreja, para derrotar a Besta, 0 falso profeta e seu exercito (Ap 19.11-21).

2- LOCAL DAS BODAS.

Ocorrera no Céu, pois após as bodas viremos com Cristo do Céu (Ap 19.14) Sendo que ela ocorre logo após o Tribunal de Cristo, que se dará no Céu então ela também será lá.

3- OS PARTICIPANTES DAS BODAS.

Será a igreja militante (1 Ts 4.16,17), pois serão ressuscitados antes da tribulação.
Não participarão os crentes da tribulação (Ap 20.4-"6).
E nem os santos do Antigo Testamento (Dn 12.1-3; Is 26.19-21), estes dois grupos serão ressuscitados depois da tribulação, juntamente com a Vinda de Cristo com a Igreja, que se dará após a tribulação. E enquanto ocorre a Grande Tribulação aqui na terra, lá no Céu ocorre 0 Tribunal de Cristo, para galardoar os crente, e as bodas do Cordeiro, que e a celebração da união dos crentes com Cristo.

A DIFERENÇA ENTRE AS BODAS DO CORDEIRO E A CEIA DO CASAMENTO, OU A CEIA DAS BODAS.

A Ceia do casamento se torna uma parábola de todo período milenar, enquanto que as bodas do Cordeiro se dará em um único ato no Céu, isto é , a união de Cristo com a Igreja.


A Ceia das bodas se estende por todo 0 milênio e Israel será convidado durante período da tribulação, convite este que muitos rejeitarão, e serão lançados fora, e muitos aceitarão e serão recebidos. E devido a rejeição de Israel muitos gentios serão aceitos (Mt 2-2.1-14). Vemos também que as escrituras fazem uma distinção entre a noiva que é a Igreja e os convidados que são Israel, e os gentios do período tribulacional que aceitarem o convite para a Ceia das bodas.

Veremos agora os passos dados para se realizar um matrimônio no antigo Testamento e nos dias de Cristo, e que esta aplicação de forma figurada que Jesus faz de si mesmo como noivo, e da igreja como noiva, Ele as tira dos rituais judeus para que fossem sombra daquilo que é realmente verdadeiro, (Hb10.1 ) isto é, sua união com a Igreja.

Era realizado a celebração civil do casamento pelos pais da noiva e do noivo, e o noivo pagava O dote ao Pai da noiva. Aqui a noiva já era considerada sua esposa, porem, ele só teria o contato físico com a noiva após um ano. E após este período se realizava o tão esperado ato conjugal durante as bodas. Vemos que a cerimônia civil entre Cristo (0 noivo), e a Igreja (a noiva), já se realizou há quase dois mil anos, onde Cristo pagou 0 dote ao Pai pela Igreja sua noiva, e este dote.foi 0 seu próprio sangue (At 20.28).

Após passar-se 0 período do desposado, 0 noivo vai até a casa da noiva busca-Ia para leva-Ia a casa de seu Pai, para se realizar o ato conjugal e solidificar definitivamente o matrimonio. Vemos que este período em que Cristo esta hoje com o Pai, Ele esta como que desposado de sua noiva, a Igreja.O arrebatamento será 0 momento em que Ele vira para buscar a sua noiva, a Igreja, para leva-Ia a casa do seu Pai, no Céu, onde ali ele completara a sua Intima união com a Igreja, e os dois serão um só. Ele prometeu isto a sua noiva “ na casa do meu Pai há muitas moradas ... vou vos preparar lugar" (Jo 14.2,3).

O ultimo passo era dado quando o noivo, depois de ter levado a noiva a casa de seu Pai e ter realizado sua união com ela, aparece publicamente com a noiva para se realizar a festa ou a ceia das bodas. Então apos Cristo ter levado a noiva, a Igreja, para a casa 'de seu Pai, isto e,o Céu, Ele aparecera com a noiva a Igreja após a tribulação para realizar a ceia das bodas aqui na terra, juntamente com o Israel fiel que passou pela tribulação, os gentios que não aderiram a Besta, os santos do Antigo Testamento e 'os santos mortos na Grande Tribulação.

As bodas do cordeiro se referem particularmente a Igreja e ocorrem no Céu, antes do retorno de Cristo com a Igreja.

A ceia das bodas ou do casamento inclui Israel e ocorre na terra, após a vinda de Cristo com a Igreja (Mt 22.1-14; Lc16. '16-24; Mt 25.1-13).

Enfim temos que tomarmos o cuidado de não concluirmos que as bodas do Cordeiro e a ceia das bodas são um único evento a ser realizado no Céu. Pois se assim fosse, teríamos que concordar que mesmo estando no Céu, após sermos arrebatados, poderíamos perder a salvação. Sendo que um texto que se refere a ceia da bodas que ocorrerá na terra nos diz a respeito do julgamento sobre um indivíduo que não estava com roupa adequada para a ceia das bodas (Mt 22.11-13). 0 castigo a este indivíduo não será aplicado nas bodas do Cordeiro que será realizada no Céu,. mas, na ceia. das bodas que será realizada na terra. com Israel: os santos do antigo Testamento e os santos da Grande Tribulação, isto se dará após a volta de Cristo com a Igreja para implantar a Milênio.

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A RELAÇÃO DA IGREJA COM A TRIBULAÇÃO

Texto bíblico: 2Ts 2:7-8
Porque já o mistério da injustiça opera; somente há um que, agora, resiste até que do meio seja tirado; e, então, será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca e aniquilará pelo esplendor da sua vinda

Introdução

Vemos que a Igreja não estará aqui na terra na Grande Tribulação. Ela será arrebatada antes do seu início. Alem do mais, logo depois do arrebatamento a Igreja passara no Céu pelo tribunal de Cristo e pelas bodas do Cordeiro. Mas, estes dois eventos não ocuparão os sete anos que é o período da tribulação. Sendo assim surge a pergunta. Qual e a relação da Igreja com a tribulação? o que estará ela fazendo durante todo este período de sete anos?
Durante este período a Igreja não estará inativa. Pois suas atividade são representadas pelas atividades dos vinte e quatro anciões. Ou seja, os vinte e quatro anciões representam as atividades da Igreja.

1. A RELAÇÃO ENTRE O Espírito SANTO E A TRIBULAÇÃO.

Quem é o detentor de 2Ts 2:7-8 ?
É o Espírito Santo?
Se for o Espírito Santo, como haverá salvação na tribulação ? (Ap7.4,9,13,14;20.4), se ele que convence a homem do pecado (Jo 16.7-11)?

Como poderá ser tirado o Espírito Santo se Ele é onipresente ? (Sl 139.7-10)
Estas questões nós responderemos mais adiante, agora nos ocuparemos em descobrir quem na realidade e esse detentor de Tessalonicenses.

Algumas teorias sobre quem é o detentor

A) Satanás é o detentor.
Os que defendem esta teoria crêem que assim como Deus esperou O momento certo para manifestar o seu filho (GI 4.4), Satanás também detém o iníquo para o momento exato.

Objeção:
Se Satanás fosse o detentor que seria retirado ele não estaria ativo na tribulação como vemos que estará (Ap12. 12), pois haveria sido tirado. Porem vemos que durante a tribulação será o período de maior atividade de Satanás.Contrariando assim a essa teoria.

B) A IGREJA É O DETENTOR

Os que defendem esta posição dizem que a Igreja como o sal da terra, isto é, conservador, e luz do mundo, isto e, dissipador das trevas (Mt 5.13-16), seria o detentor.

Objeção:
A Igreja, todavia, não é o detentor, porem o canal do detentor, isto é, pelo qual o detentor opera. Porem,o detentor,o Espírito Santo esta na Igreja e sem Ele a Igreja não poderia realizar nada (Jo 14.17; 1 Co 6.19).

C) O Espírito Santo é o detentor

- O Espírito Santo iniciou o seu ministério atual e abundante com a inauguração da Igreja no dia de Pentecostes, e findará quando esta for arrebatada.

- O iníquo é uma pessoa e sua operação abrange o reino espiritual. Assim também deve ser o detentor, e a única pessoa que cumpre este quesito é o Espírito Santo.



SE O DETENTOR É O ESPÍRITO SANTO, E ELE SERÁ TIRADO. QUEM ESTARÁ OPERANDO PARA O AUXILIO DOS QUE FOREM SALVOS NA TRIBULAÇÃO?


1- A retirada do detentor (Espírito Santo), não significa que ele não estará operando, mas que ele não estará residente nos crentes como na dispensação atual, como é dito em1 Coríntios 6.19 que Ele habita em nós.

2- Na tribulação também os que forem salvos não gozarão do ministério abundantes do Espírito Santo no crente como hoje. Tal como,o Batismo no Espírito Santo (1 Co 12.12,13), a habitação do Espírito Santo no crente (1Co 6.1.9,20); Selo do Espírito (Ef 1.13; 4.30), enchimento do Espírito (Ef 5.18).

3- Como na tribulação será o período da septuagésima semana, período este que Deus estará Iidando com os judeus, esta época o Espírito Santo voltara a agir como no Antigo Testamento, de forma esporádica, capacitando a alguns para realizarem trabalhos especiais (Jz 14.6,19; 15.14;
1 Sm10.6;11.6;16.13), e não como hoje no tempo dos gentios (lgreja) em que Ele habita de forma abundante (JI 2.28; At 2.16-18; 1 Co 6.19).

No Antigo Testamento Deus estava em evidencia. Nos dia do Novo Testamento Jesus Cristo estava em evidencia. Após a morte, ressurreição e ascensão de Cristo; mais precisamente após o dia de pentecostes, entramos no período em que o Espírito Santo está em evidencia.
E após a ascensão da Igreja o Espírito Santo será retirado, isto é, ele deixara de agir como na atualidade, e voltara a agir nos moldes do Antigo Testamento, ou seja, de forma esporádica. sendo que o período de tribulação voltara aos moldes do Antigo Testamento,então quem estará novamente em evidencia, agindo de forma abundante será o Pai. Porem o Espírito Santo estará agindo para a salvação e auxilio dos que aceitarem a Jesus durante a Grande Tribulação.

2. COMO SERA A SALVAÇÃO NA TRIBULACÃO
Já que Deus estará tratando com Israel a salvação será algo futuro, após ela, assim como no Antigo Testamento.Como era a salvação no Antigo Testamento.Para os judeus eles tinha a esperança de dois tipos de Salvação, a Salvação individual, onde seria redimido cada indivíduo particularmente e a salvação
nacional onde a nação de Israel teria a supremacia.

a) A Salvação individual
Era uma salvação individual baseada na fé, pelo sacrifício de sangue (Hb 10.4)que servia como indício do verdadeiro sacrifício que ha de vir. Porem a salvação para os judeus era algo futuro, "herdar", vemos isto nas palavras do jovem rico para Jesus, "Bom: Mestre, que hei de fazer para herdar a vida eterna?’’
(Lc18.18,27; 10.25).

b) A salvação nacional
será a libertação de Israel de seus pecados e de seus inimigos pelo Messias quando Ele voltar a terra.
A nação será salva quando o Messias voltar a terra exceto alguns rebeldes dela que serão expulsos
(Ez 20. 37,38; Rm 9.6; Zc12. 1O;Jr31.34; Ap 19.11,19-21).Promessas de salvação para Israel no Antigo Testamento (Jr 30.7).

Grupos de pessoas que serão salvas na tribulação.
Sendo assim vemos que haverá salvação na tribulação, apesar de que o Espírito Santo não estará agindo de forma abundante como na atualidade. Mas existem grupos descritos na Bíblia que serão salvos através do trabalho do Espírito Santo. Além do mais seria impossível fazer com que o Espírito seja completamente tirado, pois assim como o Pai, Ele é onipresente, isto é, Ele esta presente em todo lugar (SI 139.7-10).

Vejamos agora alguns grupos que serão salvos na tribulação:

1° Os Israelitas individualmente serão salvos (Ap7. 1-8).
2° Os gentios serão salvos (Ap 7.9,13, 14).
3°A salvação da nação de Israel (Ap 19.11-20.6).

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A Grande Tribulação

1. O Fato da Tributação.

Em Seu discurso no Monte das Oliveiras, respondendo às interrogações dos discípulos, Jesus mencionou a vinda dum período de tributação sem paralelo em toda a história do povo de Deus. Mt 24.21,22. Não devemos confundir essa profecia com os sofrimentos dos habitantes de Jerusalém por ocasião da queda dessa cidade no ano 70, provocada pelos exércitos romanos sob o general Tito. Há várias coisas que não aconteceram em 70 que deverão acontecer em algum tempo futuro, por exemplo a vinda de Cristo logo depois dessa tribulação. Mt 24.30.

O profeta Jeremias teve uma visão profética concernente a Israel em que viu como essa nação ficou liberta do jugo das nações gentílicas, sendo restaurada ao favor divino. Mas antes que isso acontecesse, ele viu que Israel passou por um tempo de "tribulação" sem igual. Jeremias o chamou do "tempo da angústia para Jacó". Jr 30.4-9.

Daniel recebeu do Senhor uma revelação especifica sobre este tempo de tribulação no fim deste "século" presente em que temos um vislumbre da relação entre as regiões celestiais e as terrestres. As hostes celestiais, sob o comando de Miguel, o arcanjo, entrarão em choque com os inimigos de Israel, tanto os visíveis como os invisíveis, conseguindo libertar os israelitas fiéis.

Em várias profecias do Velho Testamento encontramos a expressão "o dia do Senhor" que se refere ao juízo de Israel e das nações gentílicas e ao tempo da Grande Tribulação de modo geral. Is 2.10-22; Jl 1.15; 2.1; 3.14; Am 5.18-20. Estas profecias às vezes referem-se a algo que ia acontecer em futuro imediato, no tempo do profeta, mas no entanto o contexto revela que muitas vezes se re¬ferem também a um juízo muito remoto e que precede por pouco o tempo da restauração de Israel. Sem dúvida a expressão "o dia do Senhor" refere-se à Tribulação. No Novo Testamento também encontramos semelhante expressão, "o dia do Senhor". I Co 5.5; II Ts 2.2,3, e "o dia de Cristo" (I Co 1.8; II Co 1.14; Fl 1.6-10), expressões que se referem ao período de tempo entre o Rapto da Igreja e a Revelação de Jesus Cristo. Será nesse "dia" em que a Igreja receberá o seu galardão e será unida com Cristo nas Bodas do Cordeiro. Encontramos ainda no Novo Testamento a expressão "o dia de Deus", a qual evidentemente se refere à renovação da terra por fogo e o início do per¬feito estado eterno. 2 Pe 3.12.

2. A Duração da Tribulação.
A duração desta período é calculada pelo estudo da passagem em Daniel 9.24-27. Foi revelado a Daniel na ocasião de sua fervorosa oração. em favor do seu povo, Israel, que "Setenta Semanas" (ou seja "setes" de anos e não de dias, como o versículo 2 indica) foram determinadas (ou "marcadas") sobre o seu povo e a cidade santa, Jerusalém.

Este período de "Setenta Semanas", ou seja setenta vezes sete anos, corresponde a 490 anos de 360 dias em cada ano.

O período teria início com um decreto para reconstruir a cidade de 4 de março do ano 445 antes de Cristo. Na profecia ficou revelado a Daniel que esse tempo de 490 anos seria dividido em três períodos da seguinte maneira:

1) Dn 9.25. Reinaram sobre a Pérsia os reis Ciro, Xerxes e Artaxerxes. Foi este último rei que lavrou o decreto ao qual se refere a profecia, em 445 a.C, que é mencionado em Neemias 2.1-6.19. A profecia cumpriu-se com a restauração de Jerusalém no tempo de Neemias, 49 anos depois, quando havia terminado o cativeiro babilônico.

2) Sessenta e dois , ou seja 434 anos Este período teve início logo após o primeiro período de 49 anos é continuou sem interrupção até ao tempo quando Jesus, o Messias foi morto. Dn 9.26. A palavra hebraica "karath", traduzida "tirado" refere-se à crucificação de Cristo, fato que se deu no dia 10 de Nisan, do ano 30 a.D. que corresponde ao dia 6 de abril do nosso calendário. Com esse acontecimento haviam decorrido exatamente as "Sessenta e nove Semanas", ou seja 483 anos. Isso deixa ainda "uma semana" de anos, ou seja sete anos, a se cumprir depois da crucificação de Cristo.

3) ou seja um período de 7 anos que completará o período de 490 anos previsto na profecia de Dn 9.24-27.

Com a morte de Cristo por crucificação, que significou a recusa total do Messias por parte de Israel, Deus também suspendeu suas relações com esse povo. Israel ficou "quebrado" na sua incredulidade. Rm 11.17. Temos esperado por dezenove séculos para o início deste último período de 7 anos da profecia. Agora que Israel está novamente na posse de sua terra, parece iminente a realização desta "semana" que ainda está faltando. Estes sete anos serão o fim da Dispensação da Graça e durante este período haverá um pacto entre Israel e o Anti-cristo e todos os eventos previstos em Ap 6.1 a 19.21 terão então seu cumprimento. Esta "semana" terá seu início logo depois do Rapto da Igreja, à segunda vinda de Cristo. O período de intervalo que tem havido entre a 69a. e a 70a. "semana" tem sido o período da Igreja, durante o qual Israel é rejeitado. O plano de Deus foi este que as nações gentilicas tivessem a sua grande oportunidade de encontrar a salvação em Cristo, o Messias.

Agora, o que acontecerá durante a Grande Tributação, este período de sete anos?

Vamos considerar Dn 12.1 e as profecias que a antecedem. No fim do capítulo 11, vers. 36 a 45, está prevista a chegada ao poder, nos últimos dias, de um imponente governante que é "o rei" (vers. 36). Esse personagem é o Anti-cristo (II Ts 2.3-10), que pro¬ferirá blasfemias e se exaltará muito num regime o mais autocrático possível.- Não respeitará as leis estabelecidas e nem as religiões, vers.37. Por meio de suas conquistas militares e sua riqueza (vers. 38,39), ele terá o domínio do Oriente Médio (Síria, Egito e Palestina) e se colocará como rei em Jerusalém, vers. 40-45. Certos judeus apóstatas (Dn 12.10) aliar-se-ão a ele, mas um remanescente permanecerá fiel a Deus. Em favor desse grupo Deus agi¬ por meio do anjo Miguel. Dn 12.1. Isso ocorrerá durante a segunda metade desse período de sete anos (Dn 12.7), que o profeta denominou "tempo, tempos e metade dum tempo", significando três anos e meio.

O apóstolo João em sua visão na ilha de Patimos (Ap 12) tomou conhecimento do mesmo período da grande Tribulação concernente a Israel. Na visão, Israel era repre¬sentado simbolicamente como uma mulher vestida do sol, com a lua debaixo dos pés e com uma coroa de doze estrelas na cabeça. Ela deu à luz um "filho varão", que por alguns é tido como sendo o grupo dos 144.000 israelitas. Ap 7.1-9; 12.5; 14.1-5.

O mesmo arcanjo Miguel vem proteger Israel nos últimos dias (Ap 12.7), por ocasião da guerra nos céus. Nota-se que as passagens Ap 12.6,14 e Dn 12.7 são cronologicamente idênticas. Esta peleja espiritual tem por alvo vencer Satanás e preservar a "mulher", para que ela não seja destruída nesta derradeira investida do Diabo visando destruir o povo de Israel. Esse esforço da parte das nações, de inspiração satânica, para destruir os judeus, será para esse povo "o tempo da angústia de Jacó". Durante a Segunda Guerra Mundial o ditador alemão Hitler ordenou o massacre de 6 milhões de judeus. Foram asfixiados em câmaras de gás e seus corpos cremados. O autor destas linhas teve oportunidade de visitar um desses campos de concentração em Dachau, na Alemanha, onde centenas de milhares dessas pobres vítimas pereceram. Não duvida mos em dizer que essa perseguição anti-semita de tão tremendas proporções constitui ao menos uma parte do cumprimento das profecias a respeito do povo de Israel.

Os Eventos que acontecerão durante a Tributação.

No princípio deste período de sete anos o Anti-cristo fará uma aliança com o povo de Israel que na maioria será um povo apóstata. Dn 9.27. No meio da semana, ou seja de¬pois de três anos e meio, ele quebrará a aliança cujas cláusulas certamente permitiriam o restabelecimento da antiga religião judaica e a reconstrução do Templo no mesmo lugar onde Salomão o construiu. Por enquanto o local é ocupado pela Mesquita de Ornar, um dos mais sagrados lugares da religião muçulmana. O Anti-cristo então erguerá no Santo dos Santos desse Templo reconstruído o que Daniel e Jesus chamaram "a abominação da desolação". Dn 9.27; Mt 24.15. Isso bem pode ser uma imagem de si próprio, como os antigos imperadores romanos costumavam fazer, a qual seria obrigatoriamente adorada por todos. Veja Ap 13.15. Assim, a segunda metade da septuagésima "semana" de Daniel será a GRANDE TRIBULAÇÃO propriamente dita. Mt 24.15,21.

Em resumo, vemos então como a Grande Tributação concerne diretamente a Israel e constitui o juízo de Deus

sobre essa nação em face de sua prolongada apostasia e negligência para com seu Rei, Jesus Cristo, o Messias. A Grande Tribulaçao será ao mesmo tempo um processo de refinamento para preparar alguns para receber Cristo e expurgar os rebeldes entre eles. A Tribulaçao também afetará o mundo todo, pois o problema do povo judeu é um problema mundial. O novo Estado de Israel foi reconhecido em 1948 pela Organização das Nações Unidas. As quatro guerras entre Israel e as nações árabes, em 1948, 1956, 1967 e 1973, têm sido causa de agitação e preocupação em todos os meios políticos em todo o mundo. Não deixam de ser sinais dos tempos da Tributação que estão chegando. A Guerra do "Yom Kippur" em outubro de 1973 teve re-percussões as mais intensas, provocando a crise mundial do petróleo, que também ameaça lançar toda a civilização moderna na maior depressão deste século. Já se nota as características dos dias descritos no livro do Apocalipse. Aparentemente, o início da Grande Tribulaçao será um tempo de grande prosperidade quando todos estarão pro-clamando "paz e segurança" (I Ts 5.3), por terem alcançado o estado muito desejado de "Utopia" sob o governo do "superhomem", o grande dirigente político universal que a Bíblia chama de Anti-cristo.

Na segunda parte da Grande Tribulaçao Deus derrama seus juízos, cada vez mais severos (V. Ap 16) e a terra sofrerá grandes pragas como o Egito sofreu as pragas nos dias de Moisés. Esses juízos virão porque os homens serão mais depravados ainda do que os homens nos dias de Noé e . Gn 6; Mt 24.37-39; Lc 17.22-37; II Tm 3.1-12. Os homens rejeitarão a verdade ao ponto de acreditar no "engano de injustiça" propagado pelo Anti-cristo, que resultará em sua condenação. II Ts 2.8-12; II Pe 3.1-9. Mesmo depois que se iniciaram esses juízos terríveis sobre os homens, esses desafiarão ao próprio Deus. Ap 9.20,21, 6.2-11; 17.1-18; 18.1-24. Não há palavras para descrever a rebelião e a iniqüidade praticadas pelos homens durante
este período da derradeira luta entre Deus e Satanás pela posse da Terra. Ap 11.15; 12.7-12; 19.11-21; 20.1-3. No fim deste período, quando Jerusalém estiver cer-cada pelos exércitos nas nações aliadas sob o Anti-cristo (Zc 14.1-4; Jl 3.9-17), e quando Israel não dispuser de mais nenhum meio de resistência, e quando parecer que Israel desaparecerá como nação e sendo totalmente destruído, nesse momento esse povo se arrependerá, invocando o nome do Senhor, pedindo-lhe socorro. Is 64; Zc 12.8-10. O Senhor se manifestará do céu, vindo como seu Libertador e vingando-se dos seus inimigos. Ele julgará as nações e implantará seu glorioso governo de 1.000 anos de paz sobre a terra. A capital desse governo será a própria cidade de Jerusalém. Mt 24.27-31; 25.31-46.

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sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Livros (e-books)



O meu encargo neste tempo é o assunto da perfeição cristã. Este é um assunto que não é muito grandemente ignorado, e algo que é muito mal entendido. Cremos que a perfeição cristã é a vontade de Deus; isso tem muito a ver com o propósito eterno de Deus. Mas, o inimigo sabe como a
perfeição cristã é importante e ele tenta de toda forma confundir esta questão. Deste modo, entre o povo de Deus hoje, mesmo que nunca tenham ouvido sobre a perfeição cristã (pode haver perfeição cristã nesta terra?), ou que as pessoas possam tê-lo ouvido, mas elas estão muito confusas. Elas não
sabem o que é realmente a perfeição cristã. Precisamos realmente esperar que o Senhor possa esclarecer esta questão para nos conduzir à Sua mente, para que possamos não apenas saber, mas realmente entrar na perfeição cristã.

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Uma das primeiras coisas que você deve saber sobre oração é que você não tem acesso a Deus a menos que você seja um cristão. A oração não diz respeito apenas ao seu conteúdo, o que você diz, mas um aspecto também importante é onde você está em relação a Deus. O inimigo de Deus claramente não tem os mesmos privilégios do amigo de Deus, na oração. Visto que a Bíblia ensina que o único modo através do qual uma pessoa pode ter um relacionamento correto com Deus é através de Jesus Cristo, somente
orações oferecidas por um cristão são aceitáveis a Deus. Relacionando a oração ao Deus Trinitariano descrito na Escritura, isto significa que somente orações apresentadas através de Deus o Filho, Jesus Cristo, são aceitáveis a Deus o Pai.
Alguns têm proposto uma interpretação absurda e anti-bíblica da exclusividade do Cristianismo para dizer que Cristo fez o acesso a Deus possível para a humanidade em geral, de forma que até mesmo um não-cristão pode orar a Deus através dele num certo sentido. “Certamente Jesus Cristo é o único caminho a Deus”, eles podem reconhecer, “mas isto significa que se você é um muçulmano ou budista sincero, você é salvo através de Cristo”. Nem todos eles diriam isto nestas palavras, mas é a essência da sua
teoria. Contudo, essa é uma clara rejeição do ensino escriturístico sobre o assunto; as pessoas apenas não querem ser explícitas sobre tal rejeição.

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Bem vindos ao mundo real do casamento, onde toalha molhada será esquecida em cima da cama, fios de cabelo sempre estarão entupindo a pia e respingos da pasta de dente estarão no espelho. Brigas aconteceram por causa do lado de se colocar o papel higiênico: se a folha deve ser puxada por baixo ou por cima. É uma realidade diferente onde os sapatos não andam até o guarda-roupa e as gavetas não fecham sozinhas; os paletós não gostam de cabides e pés de meia andam passeando pela sala. Sim é nesta realidade que os nervos, as vezes, fica a flor da pele; um olhar pode machucar, uma palavra pode desmontar. Cônjuges podem tornar-se inimigos e o casamento um campo de batalha.

Se assustou ? Hum? Pois pode acreditar isso tudo e mais um pouco acontece num casamento. Mas não tenha medo, existe o lado bom da coisa também, onde a solidão é preenchida por um abraço forte, “onde a comidinha fica prontinha na hora certinha”, onde a insegurança e o medo são aniquilados quando ele chega em casa. Sim é nesta realidade que o amor fica a flor da pele; um olhar pode sarar qualquer ferida, uma palavra pode apagar qualquer magoa. Onde cônjuges tornam-se amigos e amantes e o casamento um campo de flores.

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Adolescente, este livro é para você! Ele foi escrito para adverti-lo contra o sofrimento e a destruição que estão ameaçando você.

Jovem, alguém está usando-o, rindo de você pelas costas, e fazendo-o de bobo. A canção do Led Zepelin - Escada Para o Céu - é um exemplo perfeito do que este livro vai lhe mostrar.

A canção é um clássico do rock. É uma das mais famosas de todos os tempos . Quase vinte anos após ter sido lançada, o Los Angeles Times registra:

“Os jovens metaleiros estão tão familiarizados com a canção do clássico do Zepelin de 1971 - Escada Para o Céu - que até imaginam ter sido lançada recentemente”.

Há, contudo, um grande problema com esta canção. Ela é uma deslavada mentira! Não é uma escada para o Céu, ela é uma escada para o inferno. Milhões de fãs do rock têm ouvido Robert Plank cantar a seguinte letra:

“Se houver algum problema com o seu pequeno jardim,
não fique alarmado agora.
É apenas um florescimento para a Rainha de Maio.
Só existem duas trilhas para você seguir.
Mas a corrida é longa.
Ainda haverá tempo de mudar a estrada em que você se encontra”.

Mas a mensagem real é ouvida, quando essa parte da canção é rodada ao contrário. Aqui está a letra satânica que o Led Zepelin tem impingido ao seu cérebro estes anos todos. Quando você ouvir a mensagem ao contrário, lembre-se que ela é chamada “Escada Para o CÉU”!

“Canto porque vivo com Satanás.
O senhor me dá ordens.
Não há como escapar.
Nenhum outro fez o caminho.
Aqui está para o meu doce Satanás.
Quem tem o poder é Satanás.
Ele lhe dará o 666.
Eu vivo para Satanás”.

Embora bem camuflada, esta canção é um verdadeiro hino a Satanás. Os membros do Zepelin era servos de Satanás. O guitarrista principal Jimmy Page possuía uma livraria de ocultismo em Kensington, Inglaterra. Ele também possuía e morava em um castelo que uma vez fora o lar de um dos homens mais malignos do século 19, Aleister Crowley, que se autoproclamava como a Besta 666.

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A Bíblia é o livro mais vendido do mundo. Ela consistentemente vende mais do que qualquer outro livro. Contudo, milhões de pessoas nunca a leram.
A Bíblia já foi traduzida em mais línguas do que qualquer outro livro do mundo.
Foi originariamente escrita em três línguas — hebraico, aramaico e grego. Esta alis foi escrita por pessoas dedicadas a fim de que você possa saber sobre Alguém que Se importa tanto com você que deu a Sua vida por você.
Este Alguém que o ama tanto tem um plano especial para você e para a sua nação, esta Pessoa é o Criador-Deus do Céu, que criou o mundo, a lua, os planetas, o sol, as estrelas e tudo quanto está sobre eles. Este Livro (a Bíblia) explica como você pode conhecê-Lo e ser abençoado. Explica também como você pode abençoar a sua nação e outras nações.
A prática do que este Livro diz e o ensino destas coisas aos outros pode tornar as ções prósperas, progressivas e lugares maravilhosos de se morar. Se você ensinar outros o que se encontra neste Livro, todos serão bem cuidados em seu país. A pobreza será substituída pela prosperidade. A fome será substituída pela abundância de alimentos. As enfermidades serão substituídas pela saúde. O pecado será substituído pela retidão. A cobiça, a concupiscência e o orgulho serão substituídos pela generosidade, pela consideração e pela humildade, estes fatos fazem da Bíblia o livro mais importante jamais escrito.

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Toda mulher deve descobrir o plano de Deus para a sua vida. Ela está sozinha diante Dele, sem um pai, uma mãe, ou marido para ficar na brecha entre ela e Deus. Seu relacionamento com Deus será determinado pela maneira como aprende Seus princípios e vive por eles. Deus tem um plano para sua vida. Existe uma razão para você estar aqui na Terra, um ministério para sua vida. Esse ministério é sempre dado por Deus; quando você o encontrar, encon¬trará sua razão de viver.
Um verdadeiro guia para que as cristãs possam realmente viver na plena vontade do Senhor durante toda a vida.

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Uma vez que este livro será lido por pessoas que representam um amplo espectro de interesses e experiências, começarei com uma breve revisão do problema textual.

Que existe um problema concernente à identificação da exata redação 2 original do Novo Testamento em grego, fica evidente pelo fato de terem sido impressas um considerável número de edições do mesmo, competindo umas com as outras.

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